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O mercado de mobilidade corporativa cresce mundialmente! Números mostram que os acessos de internet já são maiores em smartphones e tablets do que em notebooks/desktops.

O acesso aos recursos de internet muda dentro das casas das pessoas. Cada vez mais tomamos decisões e escolhemos o que comprar e o que consumir através de aplicativos em celulares, tablets e diversas outras formas de conectividade.

O Gartner, um dos maiores grupos de consultoria estratégica do mundo, já estava indicando grandes avanços nas estratégias de mobilidade corporativa em 2015 e este processo será ampliado ainda mais em 2016.

E isso faz total sentido, pois se estamos mudando nossos hábitos em casa, cada vez mais usando dispositivos móveis, porque não seria diferente dentro das empresas?

Mas, afinal, o que é mobilidade corporativa? Onde esse termo surgiu?

Mais do que isso: de que maneira as empresas podem adotá-la e tornarem mais assertivos os seus processos – não importa quais sejam?

Um pouco de contexto sobre mobilidade corporativa

O ano de 2013 trouxe uma grande movimentação nas empresas, preocupadas com o uso de aplicativos dos seus colaboradores dentro do ambiente de trabalho.

A estratégia do “traga seu próprio dispositivo” (BYOD – Bring Your Own Device) fez as empresas se preocuparem com segurança da informação e com o processo de uso de aplicativos dentro do dia a dia.

Acesso a emails, aplicativos de troca de mensagens e a comunicação dentro das empresas muda completamente. E nada mais natural que se procurem aplicativos que possam apoiar e gerar mais produtividade dentro deste contexto.

Entra na cena o “traga o seu próprio aplicativo”. Neste contexto, os colaboradores começam a buscar nas lojas de aplicativos formas de melhorar a produtividade do trabalho no dia a dia.

Aplicativos que possam gerar mais resultado, sem depender de grandes tempos de projeto, desenvolvimento e entrega de soluções.

Funcionar em ambiente online/offline, capturar informações sem quebra e principalmente, que elas estejam integradas dentro de um contexto de fluxo de trabalho. As empresas querem soluções simples, mas completas.

E claro, que o projeto, teste e implantação destas soluções ocorram o mais rápido possível.

A demanda do cliente precisa ser atendida

Em 2015 o Gartner também trouxe como tendência atender as necessidades do usuário móvel. O uso de aplicativos híbridos, que podem funcionar online e offline toma destaque. E o contexto passa a fazer muito sentido.

O que o usuário móvel faz depende de contexto, ou seja: o que ele faz, vai fazer porque está em um determinado local, em uma determinada agenda.

É quase como um 4w (who, where, what, when), ou traduzindo para o português: quem, onde, o que, quando.

Características necessárias

Para atender demandas de clientes com a rapidez de resposta esperada por eles, e conseguindo funcionar neste contexto híbrido e focado no contexto, se torna necessário encontrar ou desenvolver soluções que possam atender algumas características:

  • Nuvem, funcionamento independente e resiliente para a integração com os dispositivos móveis.
  • Funcionamento híbrido nesta indicação do gartner, do funcionar online e offline.
  • Que saibam entender o contexto do usuário móvel, ajudando na execução das atividades de campo.
  • Que gerem sinergia com as outras atividades do fluxo de trabalho, evitando assim soluções independentes de todo o processo e que acabam por gerar melhoria em uma parte específica do trabalho.
  • Rapidez para testar e validar. Muitas vezes a demanda é de melhoria em uma atividade específica, e dedicar muito tempo de projeto e contratação pode invalidar algo que pode ajudar uma equipe em seus processos de melhoria.

O conceito de mobilidade corporativa

Em 2008, o Garner deu nome a plataformas de tecnologia que buscam estes e outros objetivos, chamando de Plataformas de Aplicativos de Mobilidade Corporativa (MEAP – Mobile Enterprise Application Platform).

O objetivo das MEAP? Atender colaboradores da empresa, parceiros de negócio e clientes.

Até pouco antes de 2012, existia uma preocupação em como entregar soluções em diferentes canais de conteúdo.

Eram soluções web, módulos de ERP e soluções de mobilidade específicas para cada contexto.

Soluções

Com as plataformas de mobilidade corporativa, as empresas têm acesso a soluções para gerar resultados com mais rapidez e ganhos, como:

  • Suporte multiplataforma;
  • Produtividade de desenvolvimento;
  • Padronização;
  • Nuvem;
  • Custo reduzido de Infraestrutura;
  • Gestão de operação;
  • Diferentes formas de integração com as soluções de retaguarda.

É importante que as empresas saibam até onde as MEAPs podem apoiar no seu processo de trabalho.

Estamos falando em reduções de meses ou anos para dias ou semanas de trabalho, no que diz respeito a entrega em produção de uma solução

Os segredos de quem empreende na mobilidade corporativa

De acordo com a informação dada pelo IDC Brasil Pesquisa de Mercado e Consultoria, entre os anos de 2013 a 2020, 90% do crescimento da TI vai ser relacionado à terceira plataforma que envolve tecnologias sociais, aplicações móveis, dispositivos, computação em nuvem, big data.

E as oportunidades estarão na combinação desses recursos, conforme a necessidade de cada empresa.

Em um momento de transformação digital, a mobilidade corporativa será cada vez mais importante. As atualizações em tempo real das informações serão fundamentais para tomada de decisão.

Para que uma empresa aproveite todas as vantagens da mobilidade corporativa é preciso que ela tenha os seus dados armazenados na nuvem.

Também é fundamental que toda a informação organizacional seja armazenada em um disco virtual onde cada usuário tenha acesso ao sistema mediante o uso de login e senha.

Este procedimento pode ser considerado como um acelerador na vida corporativa, pois oferece mudanças em todo o ambiente de trabalho.

Mudança: a única constante

Quem empreende na área sabe que este mercado passa por constantes mudanças.

A busca pelo aplicativo perfeito tem feito muitas empresas buscarem alternativas como a contratação de empresas especializadas em soluções tecnológicas.

Isso porque desenvolver um aplicativo do zero ocasiona altas despesas às organizações e isso nem sempre é viável nos negócios.

As empresas atuantes na área sabem do custo de desenvolver um novo app.

É necessário contar com elevado know how, programadores aptos, servidores, suporte e um potente banco de dados.

Neste sentido, é importante perceber que o conhecimento na área de mobilidade corporativa oscila. Novos conhecimentos demandam profissionais atualizados e cheios de novas ideias para colocar em prática.

Como resultado, cada vez mais empresas precisarão contratar os serviços das organizações especializadas em mobilidade corporativa. Em especial, empresas que desejam alcançar novos rumos no mercado ou que querem melhorar os seus resultados.

Integração é imprescindível para melhorar a experiência do usuário

mobilidade corporativa nas empresas

Quando se fala em integrar sistemas, é preciso que os gestores compreendam a necessidade de manter um pensamento sistêmico.

É preciso controlar o processo de produção de maneira adequada. Para isso, torna-se indispensável contar com um único sistema de gestão que considere diversos aspectos fundamentais para a tomada de decisão.

Muitas empresas optam pela integração dos sistemas de gestão da qualidade, meio ambiente, segurança, responsabilidade social, gestão financeira, gestão logística, vendas, RH, marketing, suprimentos, ordem de serviço e mais outras diversas áreas.

A integração desses sistemas melhora a eficácia e eficiência da gestão. Quando uma empresa decide implantar um sistema de gestão integrado, ela precisa estar consciente que enfrentará uma série de obstáculos.

No entanto, estes deverão ser entendidos como importantes oportunidades para melhorar a sua produtividade e gestão.

Outros benefícios da integração são:

  • Simplificação e redução dos sistemas documentais;
  • Conhecimento dos avanços alcançados pela empresa;
  • Aumento do engajamento das equipes;
  • Diminuição de custos;
  • Melhora do controle dos processos da organização.

Fonte: Umuv

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